Farroupilhas no Esporte

Após a expulsão de Antônio Carlos (jogador farrapo do juventude) de forma INJUSTA na entrada violenta de Aloísio (jogador bandeirante do São Paulo), Telmo Garibaldi, nosso Supremo Comandante, notou que forças ocultas estavam acontecendo.

Farroupilhas no Esporte

Após a expulsão de Antônio Carlos (jogador farrapo do juventude) de forma INJUSTA na entrada violenta de Aloísio (jogador bandeirante do São Paulo), Telmo Garibaldi, nosso Supremo Comandante, notou que forças ocultas estavam acontecendo.
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07.08.07

Análise farroupilha da rodada III

 Com atraso, aqui vai a análise farroupilha da rodada. Telmo Garibaldi estava muito atarefado entre as suas viagens nacionais para discutir questões de futebol e outros esportes com o seu principal labor, que é a caça de avestruzes e búfalos.

  Como amanhã Ele fará a viagem costumeira das quartas-feiras para debater futebol e outros esportes com alguns bandeirantes e guanabaras, Nosso Supremo Comandante se apressou em me chamar bem cedo para fazer a sua análise da rodada do final de semana passado. Demonstrando tristeza pelo fato das últimas atuações dos nossos "exércitos" no Campeonato Brasileiro, Telmo Garibaldi, diferente da última análise que fez, estava sem o seu característico sorriso. Seus lábios esquerdos não estavam nem um pouco flexionados. Seu rosto, sempre sem demonstrar expressão, estava fechado, o que significa que Ele estava ranzinza (como de costume) e bravo. Sentado em seu trono especial localizado na lateral direita da nossa intransponível taverna, Telmo Garibaldi fez a seguinte análise da rodada:

  A queda dos farrapos da Serra.

  Os mineiros do Atlético, sempre quietinhos e sem falar muito, venceram os nossos farrapos da Serra gaúcha por 2X1. Cláudio Duarte, seguidor da doutrina filosófica farroupilha, bem que tentou fazer com que o nosso exército Verde tentasse a vitória em um ataque, segurando depois a equipe para não tomar gols e segurar a vitória. Todavia, por descuido HUMANO e não FILOSÓFICO, o batalhão mineiro conseguiu a vitória.

  Telmo Garibaldi, ao contrário da última análise, já começa a demonstrar preocupação com a equipe da serra gaúcha. Disse o Supremo dos Supremos: "Ou o juventude imprime a filosofia farroupilha, ou a sua trajetória no Campeonato será cair para o Segundo Escalão".

  Derrota farroupilha para os Bandeirantes em nosso território.

  Os farrapos tricolores do Grêmio não conseguiram segurar os bandeirantes do São Paulo. Infelizmente, esta "batalha era chave para que o nosso exército ocupasse uma posição de destaque na tabela do Campeonato. Porém, parece que o "sargento" Muricy usou a nossa filosofia pragmática para vencer o nosso "exército". Para Telmo Garibaldi, isso é inadmissível, uma vez que os farrapos do Grêmio estavam jogando em nosso território, fato este que deveria contar para que a equipe imprimisse a nossa filosofia e vencesse o jogo. O nosso Supremo Mandatário, parecendo estar se lembrando daquela entrada violenta do Aloísio em Antônio Carlos no ano passado, falou, de forma contundente e assustadora: "Nós não podemos perder para os bandeirantes do São Paulo. O time bandeirante joga de uma forma pragmática, usurpando a nossa filosofia de jogo. Aqui em casa os farrapos do Grêmio deveriam vencer os bandeirantes do São Paulo. Não podemos deixar que um time que imita a nosso esquema de jogo e usa a nossa filosofia nos vença da forma que nos venceu: um gol no começo e outro no final da batalha". 

  Farrapos colorados também perderam para os Mineiros. 

  Telmo Garibaldi, quando começou a falar sobre a "batalha" dos farrapos colorados, aparentou nítida irritação mesclada com tristeza. Ranzinza como poucas vezes o vi, ele apenas usou uma frase para analisar a "batalha" em Belo Horizonte: " O gol invalidado acabou derrotando o meu (ops!) a nossa equipe farroupilha."

  Troféu forças ocultas R.O.M.A.N

 

  Até que enfim o troféu forças ocultas R.O.M.A.N saiu. Esse infeliz troféu é entregue aos lances que prejudicam, de forma inexplicável e oculta, os nossos "exércitos" farrapos.

  O primeiro lance merecedor do troféu foi o gol anulado de forma oculta do nosso atacante do Inter contra os Mineiros do Cruzeiro. Foi marcado impedimento, mas o nosso atacante estava na mesma linha do defensor mineiro. Portanto, gol legal, o que garante a entrega de tão desagradável troféu.

  O segundo lance já é até discutível, mas, para Telmo Garibaldi, não há dúvidas: Rogério Ceni fez penalti no atacante farroupilha aos 32 minutos do segundo tempo da partida aqui na arena do Olímpico. Se fosse marcado o penalti claro e tivesse saído o gol, com certeza a história do jogo seria diferente. Logo, esse é outro lance merecedor da infeliz entrega do troféu forças ocultas R.O.M.A.N.

 

 

     

30.07.07

Análise farroupilha II

 Segunda-feira é dia da análise da rodada do nosso Comandante Telmo Garibaldi. Hoje, Telmo Garibaldi estava mais bem disposto. Posso até dizer que, da maneira dele, estava mais bem-humorado, pois os seus lábios esquerdos, apesar do seu rosto estar sempre sem expressão de alegria, estavam bastante flexionados. A razão disso eu não sei, mas o que importa é a análise da rodada. Então, vamos a ela:

  O EMPATE NA SERRA FARROUPILHA

  Num grande jogo, nossos farrapos verdes não conseguiram vencer os bandeirantes do Palmeiras. O empate dos bandeirantes saiu no final do jogo, o que deixou o "exército" da serra farroupilha com a moral baixa, pois jogou de acordo com a nossa filosofia ganhadora e teve o azar de tomar um gol no final.

  Telmo Garibaldi aconselha os torcedores e "soldados" do Juventude a não desanimarem, pois da forma que eles jogaram, trancadinhos no meio, na defesa e jogando com muita RAÇA, o "exército" verde sairá da zona de rebaixamento.

  OUTRO EMPATE NA RODADA

  Em uma outra "batalha" sensacional, os farrapos imortais empataram com os nossos irmãos do SUL em 1a 1, com dois gols belíssimos de escanteio dos dois exércitos.

  O Sargento Mano Meneses, sempre usando a filosofia farroupilha, armou o "exército" tricolor atrás, com um atacante sempre voltando para marcar e deixando apenas um farrapo na frente. Porém, o "exército" farroupilha tomou do próprio veneno: um gol lindo de escanteio dos nossos irmãos do Sul.

  Telmo Garibaldi disse que enquanto o Sargento Mano Meneses continuar com a nossa filosofia e continuar deixando o Schiavi armando algumas jogadas dos farrapos tricolores, o "exército" farroupilha poderá ser campeão, salvo se ocorrer forças ocultas que sempre prejudicam os "exércitos" farrapos, é claro.

  A GOLEADA FARRAPA DA RODADA

  Os farrapos do colorado, sem o seu grande "soldado" Pato, conseguiram uma vitória massacrante na casa dos inssurretos do Sport: 5X1.

  O Sargento Galo armou a equipe de forma agressiva, mas sem deixar de lado a nossa filosofia de jogo vencedora, que é jogar fechado, com raça, sem dribles desnecessários e sem dar o tal do espetáculo.

  Telmo Garibaldi, tentando conter um pouco a sua felicidade aparente em comentar sobre a goleada dos farrapos colorados, flagrada em seus lábios esquerdos flexionados, mas com o seu rosto sem expressão, disse que os farrapos vermelhos e, principalmente, o sargento Galo, que veio das bandas dos bandeirantes, estão começando a imprimir a forma de jogar de acordo com a filosofia farroupilha, o que renderá frutos no decorrer do campeonato, salvo se acontecerem as tão conhecidas forças ocultas.

 

  TROFÉU FORÇAS OCULTAS R.O.M.A.N

  Nova rodada em que não surgiram as tão temidas forças ocultas. O nosso Supremo Comandante, Telmo Garibaldi, nos alertou que essas forças ocultas podem não estar ocorrendo pelo fato do Campeonato estar no começo. Vamos esperar e ficar sempre alerta.

 

 

26.07.07

Um pequeno causo

Telmo Garibaldi, sempre com a minha ajuda, seu seguidor e historiador, deixou que eu anotasse em papíros toda a sua trajetória de ensinamentos e reivindicações, além de histórias estranhas que aconteceram com Ele, o nosso Supremo Comandante.
Como é a primeira vez que mostrarei conteúdos em papíros da vida de Telmo Garibaldi, escolhi divulgar primeiro uma das histórias estranhas que aconteceu durante uma caminhada doutrinária que Ele fez no Rio Grande.
Era uma manhã chuvosa e fria no Rio Grande. Estávamos passando por um inverno muito forte, o que nos forçou a vestir casacos de pele dupla de búfalo, tamanha era a sensação térmica.
Telmo Garibaldi, sempre destemido e arrojado, queria que queria fazer a sua peregrinação para doutrinar os farrapos, que já estavam aos milhares o esperando do lado de fora de nossa Taverna intransponível. O nosso supremo Comandante colocou a sua pele de búfalo e nos chamou para acompanhá-lo na caminhada.
Como a quantidade de farrapos que estavam esperando a sua passagem era enorme, decidimos improvisar um tablado de mais ou menos 20 cm com rodinhas, para que alguns dos farrapos do baixo clero o empurrasse no meio da multidão para que Ele ganhasse notoriedade.
Nesse dia em particular, chamou-me atenção ver Telmo Garibaldi sem os seus óculos com armação marrom (em homenagem à cor da plumagem dos avestruzes) ou preta (em homenagem à cor dos pêlos dos búfalos). Ele decidiu usar um acessório novo para a sua visão, chamado lentes de contato.
Quando estava tudo pronto para a sua saída, Telmo Garibaldi se encaminhou até o tablado de 20 cm, subiu e começou a andar no meio da multidão de farrapos enlouquecida com a presença Dele nas ruas batidas do Rio Grande.
Ouvia-se de tudo no meio da multidão. Muitos farrapos colorados estavam procurando uma ajuda psicológica para o penalti não marcado no Tinga contra os bandeirantes do Corinthians no Campeonato de dois anos atrás, e outros, farrapos do Juventude, reclamado da expulsão INJUSTA de Antônio Carlos na entrada violenta de Aloísio no ano passado. Havia também farrapos que acreditavam que tocando nas vestes de Telmo Garibaldi, todas as enfermidades sumiriam, o que, aqui entre nós, seria uma LOUCURA imaginar que nosso Mandatário era possuidor de tal poder.
Em determinado momento da caminhada, ouviu-se um grito feminino muito forte no meio da multidão. Olhei para um lado, olhei para outro, mas não consegui visualizar de onde vinha o grito. Telmo Garibaldi, de cima do tablado e sem seus óculos característicos, muito atarefado em acenar para os milhares de farrapos, não se apercebeu dos gritos da mulher. Porém, os gritos se tornavam cada vez mais altos e claros.
Procurando um pouco mais, consegui ver a mulher. Era uma senhora baixa com cabelos grisalhos. Aparentando desespero, ela estava segurando uma espécie de pôster com uma foto de um homem nas suas duas mãos erguidas para o alto e gritando incessantemente na direção de Telmo Garibaldi:
- Sérgio!!! Sérgio!!! Me dê um autógrafo!!!!
Não sabia o porquê que aquela senhora estava gritando daquela maneira. Muito menos sabia do motivo dela estar gritando para a direção do Telmo Garibaldi. E Sérgio, quem era?
Passou-se mais um tempo e os gritos e a forma que a senhora estava segurando o pôster nas mãos já estava chamando a atenção de todos. A mulher, parecendo tirar fôlego como as melhores nadadoras de piscina, encheu os pulmões e deu um grito tão alto que Telmo Garibaldi não teve como não escutar:
- Sérgio, por tudo que é mais sagrado, me dê um autógrafo!!!!
Telmo Garibaldi, vendo o desespero daquela mulher, ordenou que a trouxesse para junto dele.
A senhora, aparentando muita felicidade, foi chegando para junto dele. Nesse meio tempo, Telmo Garibaldi foi descendo do tablado de 20 cm, tirou o acessório que se chama lentes de contato reclamando do incômodo que aquilo causava, e pegou os seus óculos com armação preta (homenagem ao pêlo dos búfalos).
A mulher, aparentando timidez e não conseguindo mais visualizar Telmo Garibaldi, foi chegando cada vez mais perto de nosso Supremo Comandante. Quando ela conseguiu chegar perto do Telmo Garibaldi, viu-se uma reação de raiva e decepção da mulher, que, ainda aos gritos e jogando o pôster com a foto de um homem muito parecido com o nosso Grande Comandante no chão esbravejou:
- Droga!!! Merda!!! Pra mim você era o Sérgio Reis!!!!!
Com muita raiva, a mulher se retirou do local. Telmo Garibaldi, olhando a foto que estava no pôster e vendo a sua semelhança com esse tal de Sérgio Reis, falou baixinho para mim:
- Para não acontecer mais esse tipo de coisa, nunca mais subirei nesse tablado e nem tirarei meus óculos.
Após esse fato, Telmo Garibaldi nunca mais subiu no tablado e tirou os óculos.
 Essa é a foto do pôster de Sérgio Reis, muito parecido com o nosso grande Comandante Telmo Garibaldi.

23.07.07

Análise farroupilha da rodada

 No final das rodadas do Campeonato Brasileiro, Telmo Garibaldi, nosso Supremo Comandante, fará avaliações de como os "exércitos" farrapos se saíram nas "batalhas".

 A BATALHA AMIGA

  Na "batalha" amiga entre os farrapos do colorado contra os farrapos do Juventude, aconteceu uma pequena zebra: vitória dos farrapos do Juventude.

  De acordo com o Telmo Garibaldi, o resultado foi justo. Os farrapos do juventude demonstraram mais garra e vontade, duas virtudes essenciais para se vencer "batalhas" acirradas  quando duas frentes farrapas se encontram.

  O ATAQUE COVARDE NA "BATALHA" ENTRE OS FARRAPOS TRICOLORES E GUANABARAS RUBRO-NEGROS

  O jogo na ARENA do OLÍMPICO foi de acordo com a filosofia farroupilha nos "combates de futebol. A "batalha" foi muito bonita e ganhou o "exército" mais aguerrido, que não se preocupou em dar espetáculos ou coisas do gênero. Telmo Garibaldi ficou extremamente feliz quando o hermano naturalizado farroupilha Schiavi pegava a bola no meio para armar as jogadas. Não deu outra: estratégia farroupilha de combate e vitória simples dos farrapos colorados.

  Nosso Supremo Comandante, Telmo Garibaldi, ficou extremamente irritado com as duas agressões COVARDES do soldado guanabara SOUZA no farrapo Theco. Foram dois ataques que não podem acontecer nesses tipos de "batalhas", pois no futebol se ganha na bola e na GARRA e não na porrada. Nós, farrapos, repudiamos esse tipo de postura agressiva. Repudiamos, também, a postura dos guanabaras no Pan na competição de judô. O comportamento selvagem da torcida dos guanabaras foi lastimável, amenizada pela conquista do farrapo João Derly na luta seguinte a da judoca brasileira que perdeu.

  Telmo Garibaldi e os farrapos, portanto, repudiam essas duas condutas dos guanabaras.

  TROFÉU FORÇAS OCULTAS R.O.M.A.N

  Esse troféu é dado aos lances que prejudicam as equipes farrapas no Campeonato. No jogo da ARENA do OLÍMPICO, Telmo Garibaldi, surpreendentemente, não viu nenhum lance oculto.

 

21.07.07

Filosofia farroupilha na Seleção Brasileira atual.

 O sol já estava raiando no Rio Grande. Logo cedo, já estava marcada uma palestra do nosso Grande Comandante, Telmo Garibaldi, em nossa taverna intransponível. A palestra tinha como tema a FILOSOFIA FARROUPILHA NA SELEÇÃO, cuja importância não era apenas para que os farrapos ouvissem e aprendessem, mas para todos os outros brasileiros situados acima de nós, ao norte.

  Eu, como de costume, antes do nosso Supremo Mandatário chegar, já estava distribuindo pequenos papiros com o tema da palestra fora da taverna, para que os farrapos mais incautos soubessem do que iria ser tratado naquele dia.

  Na hora marcada, Telmo Garibaldi chegou com a sua enorme comitiva. Dentro da taverna, como de costume, abriu-se um enorme círculo de milhares de farrapos para que o nosso Supremo Comandante ficasse no centro da mesma para proferir a palestra.

  Olhando-nos de forma fixa, Telmo Garibaldi levantou um pouco sua sobrancelha esquerda e começou a falar: "Amados farrapos, a nossa filosofia de jogo chegou até a nossa seleção graças ao farrapo Dunga. Não teremos mais jogo bonito e espetáculos, nem firulas e dribles desnecessários. Teremos sim, uma grande marcação no meio-campo e na defesa, dois atacantes, sendo que um deve voltar para compor o meio, e fazer os gols necessários para sermos campeões. No futebol competitivo de hoje não há mais espaço para espetáculo. O futebol de hoje, pelo contrário, requer retranca, muita garra e determinação.Enfim, requer a filosofia farroupilha.

 Terminada a palestra, abriu-se espaço para perguntas. Dentre milhares de farrapos, um pediu a palavra e perguntou: "Mas, Comandante, o que V. EXA. diz daqueles que vivem relembrando a Seleção de 70 e 82? Telmo Garibaldi, degustando uma enorme coxa de avestruz vorazmente, engoliu a deliciosa carne, acertou o seu cabelo cuidadosamente penteado com gel e respondeu: "Estimado farrapo, em 70 o futebol não era competitivo como o de hoje. Digo ainda mais: daqueles jogadores, dois ou três jogariam de forma competitiva nas equipes atuais. Portanto, posso dizer, como disse o farrapo Felipão, que não podemos comparar uma época em que se amarrava cachorro com lingüiça com a de hoje, época do vigor físico e da garra. Já a seleção de 82, que não ganhou absolutamente nada, tinha apenas dois jogadores que encarnavam a nossa filosofia: Falcão e Sérginho Chulapa. O restante da equipe só pensava em firula e jogo bonito. Não deu mais que o óbvio: Itália 3X2 Brasil.  

  Terminada a palestra, Telmo Garibaldi se retirou da taverna junto comigo e outros farrapos que fazem parte da sua comitiva. Na taverna, ouviam-se vários comentários, dentre os quais o que ficou marcante para mim foi ter escutado de um farrapo que a nossa filosofia era a melhor para vencer campeonatos nacionais, continentais e mundiais.